Postagens

Mostrando postagens de agosto, 2008

Curiosidades Festivas

Parece que as festas de aldeia surgem agora, todas mais ao menos ao mesmo tempo, em nome de mais de sei lá quantos santos e santas, estas festas muitas das vezes para além do seu caracter religioso, que acaba para muito por não ser o mais importante, ter o seu caracter mais festeiros com grandes arraias, e gloriosos fogos de artifício a que eu chamo literalmente ''queimar dinheiro''. Este ano já percorri um pouco do Norte, onde não falta o verdinho e a cerveja, nestas festas de aldeia e como não podia deixar de ser a bela da zona Bairradina, onde não falta o tintinho e a cerveja. Podemos verificar que em todas as festas há um bêbado de serviço, não sei se será contratado pelas comissões de festas ou se surgem tipo geração espontânea de um copo de cerveja. A teoria da geração espontânea explicava que em qualquer pano ou tecido com humidade poderia gerar vida. Por isso se encontravam vermes ás vezes em certos locais, falhando nesta teoria muitas coisas próprias da naturez...

Mas que miscelânea!

Como todos nós já verificámos, estamos no Verão,não quer dizer que esteja muito sol, calor de ir para praia, etc, mas pelo simples facto em que as matrículas dos carros não são iguais as nossas e pelo facto de quando se sai á rua se ouvir não a nossa querida língua portuguesa, mas sim, uma tal miscelanea de línguas. Que nos levam muitas vezes a dar connosco a falar meio francês meio português, meio inglês, meio espanhol. Como futura técnica superiora de turismo, até é do meu agrado que cada vez mais mais se ouçam outras línguas em Portugal, que significa que temos turistas. Os outros que muitos nos levam ás vezes a ser alvo de chacota, são os que nem francês sabem falar e que falam português numas situações e noutras francês ou outras línguas, não sei com que intuito. Até porque, quase toda gente percebe um pouco de inglês ou de francês e chegando mesmo á conclusão que muitos deles nem a língua do pais onde se encontram radicados conseguem falar correctamente. Nós ao falar francês não ...

Quando eu morrer

Não é muito do meu modo, colocar textos no blog que não sejam de autoria própria, uma vez não são vezes, e como muitas vezes em tom de brincadeira se diz, ohh deixa estar isso, quando eu morrer vou deitada, vou aqui mostrar uma outra versão, com letra de Mário de Sá Carneiro, e que é interpretada não, só pelos Trovante mas também pela Magna Tuna Cartola, que aconselho vivamente a procurarem no Youtube. Fim (Quando eu morrer) Letra: Mário de Sá Carneiro In: "Terra Firme'' Versos de Segunda ''Quando eu morrer batam em latas, Rompam aos saltos e aos pinotes, Façam estalar no ar chicotes, Chamem palhaços e acrobatas! Que o meu caixão vá sobre um burro Ajaezado à andaluza... A um morto nada se recusa, Eu quero por força ir de burro.'' Don't worry, be panic!

Quem vai a Viana não deixa de lá voltar.

Era bom mas acabou-se. Este fim de semana tive o gosto de ir acampar para Viana do Castelo, uma zona que é do meu agrado, já que tem verde ( verde Minho) e muita água, Rio Lima. Não me importava de viver nesta terra do verde. Mas como de vez em quando também existem alguns contras, campismo escolhido Praia do Cabedelo ( para quem não sabe, eu não sabia, é um dos melhores spots a nível nacional para a prática de Kitesurf e Windsurf) o que significa que há muito vento, e onde se conjuga vento e areia, significa que ou não te importas de ficar transformado num croquete revestido de areia e comer areia ou então é mudar de sitio. Não é um bom filme. Ponto positivo, as pessoas que acamparam e uma bela de uma piscina, denominada por alguns como um tanque cheio de gente, mas digamos que era bem a agradável. A equipa de acompanhamento psicológico, da banda Sinal Mais, chegou á conclusão, que os foguetes fazem uma barulheira do caraças, que no Norte a cerveja é a melhor amiga dos jovens, que so ...