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Mostrando postagens de julho 1, 2008

Silêncio

Não abro a boca Escrevo num papel O que vai cá dentro Quando sai sabe a fél As palavras magoam tanto Com uma dor intensa Tenho pena de assim ser Mas não consigo ser diferente Como iria eu dizer o que sinto Expresso melhor em palavras Errado não abras a boca Não escrevas num papel Senao a tua amargura Vai saber a fél