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Mostrando postagens de 2008

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Um passo em frente Nunca fizeste mais Do que esperar que o que tens no coração é mentira E ninguem mais sente Negaste a bruma da madrugada Negaste o ter ser E afirmas a pés juntos Que não és nada Perdeste o contacto com a realidade Crias um mundo só teu E á tua volta não vês mais que gente revoltada O sofrimento endureceu o teu coração Mas no fundo queres sentir Mas o cerebro baralha-te Nega-te o acesso Á dura realidade

Até que enfim!

Era uma vez uma jovem de 19 anos que entra numa universidade somente, porque esta se encontrava relativamente perto de casa, o curso que escolhera, o tempo iria indicar que não seria dos mais correctos para a personagem que dizia ter o pensamento divergente. Perante o curso, digamos que desmotivava, não seria aquilo que esperava fazer no futuro, boa gente se conheceu durante esses tempos. Posso afirmar que o entrar para universidade só por entrar, e estar num curso só por estar não fazia mais sentido. E após 4 anos, vem a mudança, outro curso que já tinha mais a ver com essa jovem, no qual já se sentia mais á vontade. Pois neste momento, 9 anos mais tarde, o curso terminou, o adeus á universidade tornou-se, não um momento de tristeza, mas sim o momento de alivio. Neste momento, já não temos mais a jovem em idade, mas jovem em espirito, não no desemprego, mas com visão no futuro e esperanças de qualquer recém licenciado. Don't worry, Be panic.

Curiosidades Festivas

Parece que as festas de aldeia surgem agora, todas mais ao menos ao mesmo tempo, em nome de mais de sei lá quantos santos e santas, estas festas muitas das vezes para além do seu caracter religioso, que acaba para muito por não ser o mais importante, ter o seu caracter mais festeiros com grandes arraias, e gloriosos fogos de artifício a que eu chamo literalmente ''queimar dinheiro''. Este ano já percorri um pouco do Norte, onde não falta o verdinho e a cerveja, nestas festas de aldeia e como não podia deixar de ser a bela da zona Bairradina, onde não falta o tintinho e a cerveja. Podemos verificar que em todas as festas há um bêbado de serviço, não sei se será contratado pelas comissões de festas ou se surgem tipo geração espontânea de um copo de cerveja. A teoria da geração espontânea explicava que em qualquer pano ou tecido com humidade poderia gerar vida. Por isso se encontravam vermes ás vezes em certos locais, falhando nesta teoria muitas coisas próprias da naturez...

Mas que miscelânea!

Como todos nós já verificámos, estamos no Verão,não quer dizer que esteja muito sol, calor de ir para praia, etc, mas pelo simples facto em que as matrículas dos carros não são iguais as nossas e pelo facto de quando se sai á rua se ouvir não a nossa querida língua portuguesa, mas sim, uma tal miscelanea de línguas. Que nos levam muitas vezes a dar connosco a falar meio francês meio português, meio inglês, meio espanhol. Como futura técnica superiora de turismo, até é do meu agrado que cada vez mais mais se ouçam outras línguas em Portugal, que significa que temos turistas. Os outros que muitos nos levam ás vezes a ser alvo de chacota, são os que nem francês sabem falar e que falam português numas situações e noutras francês ou outras línguas, não sei com que intuito. Até porque, quase toda gente percebe um pouco de inglês ou de francês e chegando mesmo á conclusão que muitos deles nem a língua do pais onde se encontram radicados conseguem falar correctamente. Nós ao falar francês não ...

Quando eu morrer

Não é muito do meu modo, colocar textos no blog que não sejam de autoria própria, uma vez não são vezes, e como muitas vezes em tom de brincadeira se diz, ohh deixa estar isso, quando eu morrer vou deitada, vou aqui mostrar uma outra versão, com letra de Mário de Sá Carneiro, e que é interpretada não, só pelos Trovante mas também pela Magna Tuna Cartola, que aconselho vivamente a procurarem no Youtube. Fim (Quando eu morrer) Letra: Mário de Sá Carneiro In: "Terra Firme'' Versos de Segunda ''Quando eu morrer batam em latas, Rompam aos saltos e aos pinotes, Façam estalar no ar chicotes, Chamem palhaços e acrobatas! Que o meu caixão vá sobre um burro Ajaezado à andaluza... A um morto nada se recusa, Eu quero por força ir de burro.'' Don't worry, be panic!

Quem vai a Viana não deixa de lá voltar.

Era bom mas acabou-se. Este fim de semana tive o gosto de ir acampar para Viana do Castelo, uma zona que é do meu agrado, já que tem verde ( verde Minho) e muita água, Rio Lima. Não me importava de viver nesta terra do verde. Mas como de vez em quando também existem alguns contras, campismo escolhido Praia do Cabedelo ( para quem não sabe, eu não sabia, é um dos melhores spots a nível nacional para a prática de Kitesurf e Windsurf) o que significa que há muito vento, e onde se conjuga vento e areia, significa que ou não te importas de ficar transformado num croquete revestido de areia e comer areia ou então é mudar de sitio. Não é um bom filme. Ponto positivo, as pessoas que acamparam e uma bela de uma piscina, denominada por alguns como um tanque cheio de gente, mas digamos que era bem a agradável. A equipa de acompanhamento psicológico, da banda Sinal Mais, chegou á conclusão, que os foguetes fazem uma barulheira do caraças, que no Norte a cerveja é a melhor amiga dos jovens, que so ...

Futuro

Acho que seria muito pedir para saber o futuro. Depois de tantos anos a fazer a mesma coisa, até me custa pensar na incerteza do futuro. O que vou eu fazer a seguir? Continuar o legado familiar e virar agricultora jovem, para sacar uns subsidios? Ir trabalhar para a mesma fábrica que o meu pai e o meu irmão? O que podia tornar quase uma empresa familiar, não fosse o caso da empresa n ser nossa e o trablharem lá mais pessoas que não fazem parte da minha familia nem em vigésimo grau. Daqueles que só se conhecem quando vamos a casamentos e baptizados. Ou será, que irei trabalhar na área do turismo? Dias e dias de barriga ao alto! Eu preferia fazer o estágio profissional na Europa, mas quem sou eu para pedir o que quer que seja. A ver vamos... Antes disso bora lá gozar umas merecidas férias. Don't worry! Be panic!

Ruas

As ruas já se encontravam sós Ninguém por elas caminhava A hora tardia passava como a aragem da noite Não estavam todas ruas iguais? Por elas caminhava uma alma solitária Que palmilhava as pedras da calçada E procurava algo com que se identificasse Uma casa, Uma pessoa, Mas as casas estavam serenas Pessoas já não se viam Os olhos cabisbaixos, De vez em quando Soltavam uma ou mais lágrimas Que limpavam as pedras calçada Calçada cansada Por onde tantos passam Ignorada

Silêncio

Não abro a boca Escrevo num papel O que vai cá dentro Quando sai sabe a fél As palavras magoam tanto Com uma dor intensa Tenho pena de assim ser Mas não consigo ser diferente Como iria eu dizer o que sinto Expresso melhor em palavras Errado não abras a boca Não escrevas num papel Senao a tua amargura Vai saber a fél

O dia seguinte...

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Com parte dos stresses já passados, cheguei á conclusão que fiz a ultima apresentação da minha vida como estudante do 1º ciclo. Próximo passo será acabar um relatório eeeee depois exames... o que virá a seguir não faço ideia, ou a minha vida se resolve até ao dia 11 de Julho ou em Setembro, não faço ideia do que virá depois. Quero ir ver as vistas fora da Universidade, já me encontro um bocado saturada disto, embora ouça dizer, ''ainda vais ter saudades'', acredito que sim, aqui conheci muita gente, fiz muitas brincadeiras e a vida fora vai ter de fazer de mim uma pessoa diferente, pois terei de cumprir um horário. Mas também passei algumas provações. Cada vez que me lembre hei-de escrever para vocês. Para dizer a verdade acho que não existem ''vocês'', não fazem comentários ao que escrevo. Sou unicamente eu a escrever num teclado de um computador, a desabafar, também não faz mal, sinto-me melhor quando o faço. Hoje deu-me alto ataque de riso na Cantina,...

É para amanhã!

Como não me canso, e cansada digo, amanhã, aliás hoje tenho uma etapa para passar uma apresentação e um teste para o qual não estudei, digamos praticamente nada. Com fé lá vou eu fazer aquilo que melhor sei fazer, ou seja, inventar. A esta hora estava a ver o blog de uma amiga e não sei porque lembrei de uma das aulas de Yoga, que tive possibilidade de ir, estavamos nós a fazer o relaxamento e lembro me do instrutor dizer algo como isto '' pensem que estão dentro de um concha'', onde estão protegidos, enrolada na posição fetal, soltei umas lágrimas como se desejasse estar outra vez protegida por algo, uma concha, uma carapaça, algo... intocável mas com o carinho de quem está no útero da mãe de novo. Isto não sei se será receio de enfrentar a realidade, ou simplesmente de ter alguém me faça sentir protegida, que me apoie... que me faça um mimo, que me dê um beijo, que me dê um abraço...não consigo explicar. Já não tenho idade para ter uma fragilidade de uma borboleta, ma...

Weekend

Como diz a palavra do titulo é fim de semana, não estou a dar me conta disso! Não vou a casa! Tenho de estar dentro de espaços fechados a estudar. Na vinda da minha casa de acolhimento, pelos vários bares e cafés por onde passei, havia muita gente na esplanada, que inveja! O Domingo é sagrado, ai é? Pois amanhã também é dia de trabalho. Bem também já trabalhei aos fins de semana, mas no final do mês até nos esqueciamos que tinha sido a trabalhar. Espero que valha a pena o sacrificio de ter de ficar cá. Dava jeito um dia de 48 horas, para conseguir fazer tudo o tenho que fazer. Não sei como é possivel colocarem tanta coisa para fazer ao mesmo tempo?! Se eu der noticias após o dia 6 de junho é porque sobrevivi! Como uma Force lol. Don't worry, be panic.

Low Battery

O pessoal que me conhece, já se apercebeu, e embora seja doença generalizada nesta altura do ano, o stress dos trabalhos leva a que muitos de nós teste os limites, não dormir, comer qualquer coisa para desenrascar, porque o tempo dá para pouco mais, o somar de trabalhos e relatórios e testes, aulas e exames tudo no curto espaço de 15 dias, o que para muitos pode parecer muito, de facto não é, e passa a correr, verdade de passa. Os cafés, as colas, a falta de concentração, o rebolar e rebolar na cama a pensar no que se faz neste exercicio ou naquele, ou o que fazer para este trabalho ou o que nos vão perguntar nas apresentações, será assim o modo de nos preparar para o mundo de trabalho? Se assim é, acho que vou entrar em ruptura bem rápido, bem, vou ver ter de pedir reforma por invalidez. Eu vou fazer aqui uma equação que muitos neste momento decifram facilmente: Trabalho+Testes+Stress+Comer qualquer coisa- Uma boa noite de sono+ Stress= Depressão Pois é, enquanto tomamos café para con...

Coisas simples

Desde há muito que não vinha ao blog, desculpem os meus leitores mas pensei mesmo deixar de escrever, como se sabe a ideia dos criadores não é fluente como a àgua que passa num riacho. Hoje lembrei me vasculhar umas musicas no youtube, para ver se encontrava uma nova de Mafalda Veiga, e ainda por cima nem sabia o nome da musica, obrigada minha rosinha, que me disse o nome da musica depois de eu ja ter ouvidos umas quantas quase da minha idade, como Restolho, que não sei porquê estava a ouvir como se fosse a primeira vez a musica e disse para mim, TENHO DE ARRANJAR A DISCOGRAFIA TODAA, vai ser tramado até porque são 20 anos de carreira, mas sempre com uma pureza uma clareza como se nunca tivesse ouvido, daquelas que ouves no carro e o teu sorriso muda logo, tenho algumas assim, vou dar exemplos de David Fonseca e Clã ambos os ultimos albuns. Não sei, mas acho que esta musica é o espelhar de todas as musicas simples que são uma vida, simples mas com um olhar para tudo para a simplicidade...

Amor

Pois, lá está e o calendário não deixa enganar, dia 14 de Fevereiro, dia nos namorados, para quem não tem namorado(a), o amor tem de ser partilhado pelos amigos e pelos familiares, mas aproveitem para partilhar o vosso amor. Não correndo o risco de ser lamechas. E como gostei tanto do ultimo momento cultural, vou vos deixar aqui, outro, com adaptação do meu caderno de poemas. E como o amor pode ser algo diferente de pessoa para pessoa aqui vai a minha definição. Ora cá vai: Amor Amor é querer o impossivel É ter coração E vê-lo derreter como cera de uma vela É gostar mais de tudo E achar a vida um fim e continuar depois da meta É percorrer um labirinto E saber todos os seus trilhos Amor é saber as respostas para tudo E olhar para ti e ver-te bem lá no fundo É falar com o olhar é compreender o cinema mudo é ler frases nas estrelas é olhar o sol e ver o que está por detrás dele E ter poderes sobrenaturais Mas ter a sensibilidade de uma borboleta É ser fada É ter segredos que todos sabem ...

Olhos

Já sentiam falta de um dos meus momentos culturais, não é? Então para que fiquem contentes vou vos deixar aqui um poema ( ou o queiram chamar), que foi escrito sem pensar em ninguem em especial. Mas apeteceu me deixa-lo aqui para lerem e criticarem. Olhos Feitiços e encantos Por tudo o que nos rodeia Perfeitamente Só uns olhos que poder têm eles Bruxaria Arder num fogo eterno Fogo Água Só uns olhos! Nada mais... Que poder Feitiços Arder Fogueira de gelo Crucidicada Sobre ela, Bruxaria Uns olhos, o verde de uns olhos Nada mais...

Short Message Service

Hoje em dia como já todos verificámos, qualquer badameco tem um telemóvel, isto leiam-se crianças desde 8 até idosos de 80, ( isto foi mais um exemplo, até porque hoje em dia nascem de telemóvel na mão e morrem de telemóvel na mão, a ligar para o 112), uma coisa que me intriga em relação á tecnologia télemobelica ( atenção, esta palavra não existe!), são o envio de mensagens ou SMS, por causa de quê, perguntam... Passo a explicar, existem marcas de telemóvel em que as teclas que não funcionam, porque algumas pessoas escrevem com mtd das ltrs, ou então xcreve qq coixa cmo ixto.. pronto a parte de escrever com metade das letras ainda se compreende é para poupar tempo, mas xcrever com x's, isto é alergia ás letras, s's e outras??! Toda a gente sabe que a malta mais nova escreve assim, mas o que aocnteceu para deixar de escrever em português e passarem a escrever em xiszês? Alguma disciplina que é ministrada agora, no ensino secundário?!Ainda esta tarde me mandaram uma SMS, da q...

Carnaval

Considerando que o Carnaval é uma festividade diferente, pois nela as pessoas tem 3 dias para gozar com os politicos ou outras entidades que gozam connosco o ano inteiro. Podemos tomar identidades que passam recalcadas o resto do ano. Partindo do pressuposto que existem regiões por este belo pais que recriam tradições carnavalescas de imensos séculos e que primam por serem diferentes, o que as torna um termo de curiosidade, destes caso temos os ''Caretos'' e os ''Cabeçudos''. Ora outra coisa de que me questiono todos os anos por esta altura, devido á proximidade com o Carnaval mais brasileiro de Portugal, na Mealhada, ''Mas está cá calor como no Brasil?!''. Vêm se 6 escolas de samba a sambar á chuva ( sim aqui costuma chover no Inverno), com o devido respeito pelos brasileiros e pela sua cultura, e até porque nem me desgosta o samba e o batuque. Cada macaco no seu galho, porque fazemos questão em copiar o que não é nosso??. Nós temos chuv...

Revolta das Donas de Casa

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Ora cá estou eu de novo! Neste momento digamos escrever dois dias seguidos não me pode escorrer grande coisa da ideia. Mas este foi o modo para exprimir a minha revolta silenciosa. Digam Não ao subjugamento das donas de casa, pois agora sou uma pseudo dona de casa, por estar em pseudo férias, e digamos que não é coisa fácil, as tarefas que me cabem são as que toda a gente conhece por serem atribuição das donas de casa, que são cozinhar, limpar e tratar da roupa, com a companhia de um qualquer programa de TV em que se fala mais dos males deste país do que dos bens. Isto sem sair de casa, pois está claro. Mas passo e explicar o meu desagrado, cozinhar é uma tarefa de que gosto, embora seja dificil tentar fazer uma coisa diferente todos os dias ao almoço e ao jantar, é algo que é maçador, e as ideias esgotam-se mas não é so isso, é o facto de os ''clientes'' chegarem a casa terem a comidinha feita e ainda terem razão para resmungar de alguma coisa, ou é porque: ''a...

Almost Brainless

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Não sei que tema vos traria hoje, não fosse o facto de estar a caminhar a passos largos para o fim do curso. Digamos que o meu cérebro já não aguenta tanto mau trato quanto no liceu, dormir em média 11 horas por dia é deveras bastante, estando a correr o risco de estarem a ler e a pensar, ah não deve ter mais para fazer senão, não fazia isto. Pois coisas para fazer há sempre, mas é preciso que tenhamos energia e capacidade cerebral a 100%, o que neste momento está longe de ser realidade. Por mais teorias que leia sobre cansaço cerebral, não encontro nenhuma que seja realmente explicativa. E a vida continua, com alturas em que queremos fazer tudo e acabamos por não fazer nada, em que damos connosco a rir dentro do carro por coisas sem sentido que dizem na rádio, ou por estarmos para ir algures que chegamos a um ponto que nem nós sabemos. Estes últimos tempos têm sido o verdadeiro teste de resistência, não estou OK mas ainda não estou completamente KO. Don't worry be panic!